O preço médio do seguro dos dez carros mais vendidos do Brasil apresentou queda em agosto nas principais capitais do País. Segundo levantamento da Creditas Seguros, o valor médio das apólices para o perfil masculino passou de R$ 2.903,51, em julho, para R$ 2.212,73, redução de 23,79%.
Para o perfil feminino, a média recuou de R$ 2.696,43 para R$ 2.118,10, uma queda de 21,45% no período.
O estudo analisou cotações realizadas em 11 capitais brasileiras, considerando os dez modelos de veículos mais vendidos em cada mês, de acordo com o ranking da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
De acordo com o gerente da Creditas Seguros, Marcelo Baseoti, o resultado representa uma acomodação do mercado após a alta expressiva observada em julho.
“O salto do mês anterior foi puxado pela entrada de modelos eletrificados de maior valor de mercado no ranking dos mais vendidos, o que elevou a média geral da amostra. Em agosto, essa pressão diminuiu: o EX2 Pro Elétrico, um dos veículos mais caros da lista, saiu do Top 10 e foi substituído pelo Haval H6, que, apesar de também ser um modelo robusto, tem um custo de reposição de peças mais competitivo”, explica.
Segundo o executivo, a queda nas cotações de veículos populares, como Argo, Novo Polo Track e Novo Onix Hatch, também contribuiu para o resultado, refletindo uma reavaliação dos parâmetros de risco pelas seguradoras.
Eletrificados continuam entre os seguros mais caros
Mesmo com o recuo geral dos preços, os veículos eletrificados permaneceram entre os modelos com os seguros mais caros do levantamento.
O BYD Song Plus 1.5 16V Híbrido liderou o ranking, com preço médio de R$ 3.600,84 para o perfil masculino e de R$ 3.563,09 para o feminino. Na sequência aparecem:
- Haval H6: R$ 3.213,35 para homens e R$ 3.208,60 para mulheres;
- BYD Dolphin GS 180 EV: R$ 2.669,13 e R$ 2.308,76, respectivamente;
- Dolphin Mini EV: R$ 2.261,47 e R$ 2.090,86.
Na outra ponta da lista, o Novo Polo Track apresentou o seguro mais acessível, com média de R$ 1.533,03 para o perfil masculino e de R$ 1.422,82 para o feminino.
Rio de Janeiro mantém os maiores preços
O preço médio do seguro recuou em todas as capitais analisadas. Apesar da redução, o Rio de Janeiro permaneceu com os valores mais elevados para os dois perfis: R$ 3.134,37 para homens e R$ 2.733,43 para mulheres.
Para o perfil masculino, depois do Rio de Janeiro, os maiores valores foram registrados em Porto Alegre, com R$ 2.166,20; Goiânia, com R$ 2.164,14; e Salvador, com R$ 2.152,80.
As menores médias para os homens foram encontradas em Florianópolis, com R$ 2.037,73; São Paulo, com R$ 2.047,99; e Brasília, com R$ 2.107,39.
Entre as mulheres, além do Rio de Janeiro, as maiores médias ficaram em Salvador, com R$ 2.104,87; Porto Alegre, com R$ 2.086,98; e Belo Horizonte, com R$ 2.074,13.
Os preços mais baixos para o perfil feminino foram registrados em São Paulo, com R$ 2.003,78; Florianópolis, com R$ 2.023,67; e Brasília, com R$ 2.033,38.
Modelos populares apresentam quedas expressivas
Entre os veículos analisados, o Argo 1.0 registrou uma das maiores reduções do mês. Para o perfil masculino, o preço médio caiu de R$ 2.563,53 para R$ 1.607,18, uma baixa de 37,31%. Para o feminino, passou de R$ 2.283,49 para R$ 1.472,87, redução de 35,50%.
No Novo Polo Track, a queda foi de 27,76% para os homens, com o valor médio passando de R$ 2.122,35 para R$ 1.533,03. Para as mulheres, a redução chegou a 28,66%, de R$ 1.994,32 para R$ 1.422,82.
O seguro do BYD Dolphin GS 180 EV ficou 21,34% mais barato para o perfil masculino, recuando de R$ 3.393,14 para R$ 2.669,13. Para o feminino, a queda foi de 23,77%, de R$ 3.028,64 para R$ 2.308,76.
Já o Novo Onix Hatch apresentou redução de 19,28% para os homens, passando de R$ 1.925,58 para R$ 1.554,24. Para as mulheres, o valor médio caiu de R$ 1.734,23 para R$ 1.451,78, uma baixa de 16,29%.
Cotação deve considerar mais do que o preço
Embora o levantamento indique uma redução média, o preço do seguro pode variar conforme uma série de fatores, como modelo e ano do veículo, local de circulação, perfil do condutor, uso do automóvel, histórico de sinistros, coberturas escolhidas e critérios de aceitação de cada seguradora.
“É importante reforçar que essa volatilidade mensal é típica do setor. O consumidor que compara cotações com frequência e revisa suas coberturas periodicamente consegue aproveitar justamente esses momentos de queda para renovar ou contratar o seguro em condições mais vantajosas”, afirma Baseoti.
Nesse processo, a orientação do corretor de seguros é fundamental para comparar não apenas os preços, mas também as coberturas, franquias, assistências e condições oferecidas por cada companhia. A proposta mais barata nem sempre é a mais adequada às necessidades do segurado.
Sobre o levantamento
As cotações apresentadas correspondem aos menores valores encontrados entre as seguradoras consideradas na pesquisa.
O estudo analisou os perfis de um homem e de uma mulher, ambos com 33 anos e casados, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Recife, Goiânia, Porto Alegre, Brasília, Vitória e Salvador.
Foram consideradas cotações das seguradoras Azul, Alfa, Aliro, Allianz, Bradesco, HDI, Itaú, Youse, Liberty, Sompo Seguros, Mapfre, Mitsui, Porto Seguro, Tokio Marine e Zurich.
Levantamento realizado nas principais capitais do País aponta redução de 23,79% para o perfil masculino e de 21,45% para o feminino
O preço médio do seguro dos dez carros mais vendidos do Brasil apresentou queda em agosto nas principais capitais do País. Segundo levantamento da Creditas Seguros, o valor médio das apólices para o perfil masculino passou de R$ 2.903,51, em julho, para R$ 2.212,73, redução de 23,79%.
Para o perfil feminino, a média recuou de R$ 2.696,43 para R$ 2.118,10, uma queda de 21,45% no período.
O estudo analisou cotações realizadas em 11 capitais brasileiras, considerando os dez modelos de veículos mais vendidos em cada mês, de acordo com o ranking da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
De acordo com o gerente da Creditas Seguros, Marcelo Baseoti, o resultado representa uma acomodação do mercado após a alta expressiva observada em julho.
“O salto do mês anterior foi puxado pela entrada de modelos eletrificados de maior valor de mercado no ranking dos mais vendidos, o que elevou a média geral da amostra. Em agosto, essa pressão diminuiu: o EX2 Pro Elétrico, um dos veículos mais caros da lista, saiu do Top 10 e foi substituído pelo Haval H6, que, apesar de também ser um modelo robusto, tem um custo de reposição de peças mais competitivo”, explica.
Segundo o executivo, a queda nas cotações de veículos populares, como Argo, Novo Polo Track e Novo Onix Hatch, também contribuiu para o resultado, refletindo uma reavaliação dos parâmetros de risco pelas seguradoras.
Eletrificados continuam entre os seguros mais caros
Mesmo com o recuo geral dos preços, os veículos eletrificados permaneceram entre os modelos com os seguros mais caros do levantamento.
O BYD Song Plus 1.5 16V Híbrido liderou o ranking, com preço médio de R$ 3.600,84 para o perfil masculino e de R$ 3.563,09 para o feminino. Na sequência aparecem:
- Haval H6: R$ 3.213,35 para homens e R$ 3.208,60 para mulheres;
- BYD Dolphin GS 180 EV: R$ 2.669,13 e R$ 2.308,76, respectivamente;
- Dolphin Mini EV: R$ 2.261,47 e R$ 2.090,86.
Na outra ponta da lista, o Novo Polo Track apresentou o seguro mais acessível, com média de R$ 1.533,03 para o perfil masculino e de R$ 1.422,82 para o feminino.
Rio de Janeiro mantém os maiores preços
O preço médio do seguro recuou em todas as capitais analisadas. Apesar da redução, o Rio de Janeiro permaneceu com os valores mais elevados para os dois perfis: R$ 3.134,37 para homens e R$ 2.733,43 para mulheres.
Para o perfil masculino, depois do Rio de Janeiro, os maiores valores foram registrados em Porto Alegre, com R$ 2.166,20; Goiânia, com R$ 2.164,14; e Salvador, com R$ 2.152,80.
As menores médias para os homens foram encontradas em Florianópolis, com R$ 2.037,73; São Paulo, com R$ 2.047,99; e Brasília, com R$ 2.107,39.
Entre as mulheres, além do Rio de Janeiro, as maiores médias ficaram em Salvador, com R$ 2.104,87; Porto Alegre, com R$ 2.086,98; e Belo Horizonte, com R$ 2.074,13.
Os preços mais baixos para o perfil feminino foram registrados em São Paulo, com R$ 2.003,78; Florianópolis, com R$ 2.023,67; e Brasília, com R$ 2.033,38.
Modelos populares apresentam quedas expressivas
Entre os veículos analisados, o Argo 1.0 registrou uma das maiores reduções do mês. Para o perfil masculino, o preço médio caiu de R$ 2.563,53 para R$ 1.607,18, uma baixa de 37,31%. Para o feminino, passou de R$ 2.283,49 para R$ 1.472,87, redução de 35,50%.
No Novo Polo Track, a queda foi de 27,76% para os homens, com o valor médio passando de R$ 2.122,35 para R$ 1.533,03. Para as mulheres, a redução chegou a 28,66%, de R$ 1.994,32 para R$ 1.422,82.
O seguro do BYD Dolphin GS 180 EV ficou 21,34% mais barato para o perfil masculino, recuando de R$ 3.393,14 para R$ 2.669,13. Para o feminino, a queda foi de 23,77%, de R$ 3.028,64 para R$ 2.308,76.
Já o Novo Onix Hatch apresentou redução de 19,28% para os homens, passando de R$ 1.925,58 para R$ 1.554,24. Para as mulheres, o valor médio caiu de R$ 1.734,23 para R$ 1.451,78, uma baixa de 16,29%.
Cotação deve considerar mais do que o preço
Embora o levantamento indique uma redução média, o preço do seguro pode variar conforme uma série de fatores, como modelo e ano do veículo, local de circulação, perfil do condutor, uso do automóvel, histórico de sinistros, coberturas escolhidas e critérios de aceitação de cada seguradora.
“É importante reforçar que essa volatilidade mensal é típica do setor. O consumidor que compara cotações com frequência e revisa suas coberturas periodicamente consegue aproveitar justamente esses momentos de queda para renovar ou contratar o seguro em condições mais vantajosas”, afirma Baseoti.
Nesse processo, a orientação do corretor de seguros é fundamental para comparar não apenas os preços, mas também as coberturas, franquias, assistências e condições oferecidas por cada companhia. A proposta mais barata nem sempre é a mais adequada às necessidades do segurado.
Sobre o levantamento
As cotações apresentadas correspondem aos menores valores encontrados entre as seguradoras consideradas na pesquisa.
O estudo analisou os perfis de um homem e de uma mulher, ambos com 33 anos e casados, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Recife, Goiânia, Porto Alegre, Brasília, Vitória e Salvador.
Foram consideradas cotações das seguradoras Azul, Alfa, Aliro, Allianz, Bradesco, HDI, Itaú, Youse, Liberty, Sompo Seguros, Mapfre, Mitsui, Porto Seguro, Tokio Marine e Zurich.
