A estratégia de contemplação é um dos pontos que devem ser considerados por quem opta pelo consórcio como forma de planejar a aquisição de um patrimônio. Nesse contexto, o Crédito Em Dobro oferece uma característica que permite ao consorciado iniciar com um crédito menor, estruturar seu lance sobre essa base e, após a contemplação, ampliar o crédito em até 100%, conforme as condições do produto.
Na prática, a estrutura separa dois momentos do planejamento. Antes da contemplação, o consorciado pode trabalhar com uma estrutura financeira mais leve e organizar os recursos que pretende utilizar em um eventual lance. Depois de contemplado, pode decidir pela ampliação do crédito de acordo com sua necessidade.
“O Crédito em Dobro permite que o consorciado comece sua estratégia com um crédito inicial menor e tenha a possibilidade de ampliar esse crédito em até 100% no momento da contemplação, conforme as condições do produto”, explica Allyson Francisconi, gerente geral de vendas da Lojacorr Consórcios.
Um dos diferenciais está na forma como o lance é calculado. De acordo com as regras apresentadas para o produto, o valor ofertado tem como base o crédito inicial da cota. Dessa maneira, o consorciado pode estruturar seu lance sobre uma base menor e, caso opte pela ampliação do crédito após a contemplação, o valor desembolsado anteriormente para o lance representa proporcionalmente uma participação menor em relação ao crédito final disponível. “O resultado é mais liberdade para o cliente organizar seu fluxo de caixa, seu planejamento de lance e o crédito que pretende utilizar no futuro” afirma Francisconi.
Para quem a estratégia pode fazer sentido
O Crédito Em Dobro tende a ser mais adequado para consumidores que conseguem trabalhar com um horizonte de médio ou longo prazo e não dependem de uma contemplação imediata para realizar seu objetivo. Nesse perfil, o consórcio pode fazer parte de uma estratégia financeira planejada, permitindo que o cliente organize recursos ao longo da participação no grupo.
“É um produto que pode fazer bastante sentido para consumidores que estão antecipando a construção ou aquisição de patrimônio, possuem horizonte de médio ou longo prazo e desejam iniciar com um desembolso mensal menor até a contemplação”, destaca o gerente geral de vendas da Lojacorr Consórcios.
Esse planejamento envolve três pontos principais: o valor de crédito que o cliente pretende utilizar ao final, os recursos que consegue disponibilizar para um eventual lance e o fluxo financeiro que terá após a contemplação, especialmente se optar pela ampliação do crédito.
A lógica também exige atenção ao prazo. O consumidor que precisa acessar o recurso rapidamente deve avaliar se sua estratégia de contemplação está alinhada à sua necessidade. A possibilidade de ampliar o crédito não significa, por si só, que a contemplação ocorrerá em um prazo determinado.
Por isso, antes de escolher o Crédito Em Dobro, é importante considerar quanto o cliente consegue pagar mensalmente, se possui ou pretende formar recursos para ofertar um lance, qual é o prazo em que precisa do crédito e quanto poderá assumir no orçamento caso opte pela ampliação.
Planejamento deve considerar objetivo e prazo
Outro cuidado é não analisar a modalidade apenas pelo valor da parcela inicial ou pelo crédito potencial após a ampliação. A decisão deve levar em conta o objetivo do consorciado e sua capacidade de manter a estratégia ao longo do grupo.
“O principal ponto é simples: o Crédito em Dobro é uma excelente estratégia para quem pode planejar a conquista do seu patrimônio, mas pode não ser a alternativa mais adequada para quem precisa acessar o crédito no curto prazo”, ressalta Francisconi.
A característica permite, portanto, que o consorciado organize de forma integrada sua estratégia de lance e sua necessidade futura de crédito. O objetivo é começar com uma estrutura financeira compatível com o momento atual e manter a possibilidade de ampliar o poder de crédito após a contemplação, conforme as condições do produto.
A taxa de administração incidente sobre o crédito ampliado ocorre proporcionalmente à parcela adicional de crédito contratada, de acordo com as regras do produto. “Assim, a escolha correta não deve ser feita apenas pelo tamanho da carta de crédito ou pelo valor da parcela. Deve considerar principalmente a estratégia, o prazo e o objetivo do cliente”, finaliza o gerente.
