O mês de junho é sempre de muita festa no Brasil: festivais de inverno, festas juninas e, de quatro em quatro anos, a esperada Copa do Mundo de futebol. O evento esportivo opera uma metamorfose cultural no Brasil, unindo a população sob as cores da bandeira e despertando sentimento de identificação nacional.
No ambiente de negócios, esse fenômeno vai muito além do marketing de oportunidade. Para o setor de investimentos e planejamento de longo prazo, o período se tornou um termômetro para analisar como os hábitos de consumo e a busca por estabilidade financeira se conectam com a identidade do país.
Por conta disso, os consórcios ganham protagonismo nos debates econômicos de meio de ano. Diferentemente de outras ferramentas de crédito e investimento importadas de matrizes estrangeiras, o consórcio possui uma característica singular: é uma solução com DNA estritamente nacional. Criado no Brasil na década de 1960 para suprir a escassez de crédito automotivo na época, o modelo expandiu-se, modernizou-se e tornou-se uma das ferramentas de conquista de patrimônio para milhões de cidadãos.
Sinergia entre a estratégia de campo e a vida financeira
No jornalismo de negócios, a análise do comportamento do consumidor aponta que momentos de grande comoção nacional alteram a receptividade do público a novas propostas. Allyson Francisconi, gerente da BR Consórcios e gerente de vendas da Lojacorr Consórcios, observa que o paralelo entre o futebol e o planejamento financeiro é mais estreito do que parece à primeira vista.
“Uma seleção não ganha um campeonato sem planejamento, estratégia e, acima de tudo, consistência ao longo de uma jornada. O consórcio opera sob a mesma lógica. Ele é a ferramenta que permite ao brasileiro desenhar o seu futuro de forma disciplinada”, analisa Francisconi.
Para a empresa e seus parceiros de negócios, o mês da Copa do Mundo funciona como uma vitrine de comunicação diferenciada. A abordagem comercial deixa de ser puramente técnica e passa a carregar uma carga de empatia e proximidade cultural.
O argumento de venda está no fato de o consórcio ser um produto moldado especificamente para a realidade socioeconômica do país — em que o acesso ao crédito tradicional frequentemente esbarra em juros altos e burocracia.
Blindagem e diversificação em alta
Aproveitar o gancho da brasilidade permite que o setor dialogue com o cliente sobre a importância de proteger suas conquistas. De acordo com especialistas do mercado financeiro, o consórcio se destaca em períodos de volatilidade por não sofrer a incidência de juros, sendo corrigido por índices inflacionários setoriais (como o INCC para imóveis), o que preserva o poder de compra do consumidor.
Para o corretor que atua na ponta do atendimento, a inserção desse produto no portfólio durante o mês de junho atende a duas demandas críticas do mercado atual:
- Diversificação de receita: permite que o profissional amplie seus ganhos em um período no qual o foco do consumidor tradicional pode estar temporariamente desviado para o entretenimento.
- Fidelização: grupos de consórcio mantêm o cliente vinculado à carteira do corretor por prazos que variam de 5 a 15 anos, criando uma blindagem contra a concorrência.
Sentimento de conquista coletiva
Se no gramado a busca é pelo hexacampeonato, na vida real, a meta do brasileiro médio envolve a aquisição da casa própria, a troca do veículo ou o investimento em educação e serviços. A filosofia do consórcio, baseada no autofinanciamento e no esforço conjunto de um grupo de pessoas com o mesmo objetivo, reflete o espírito de coletividade que a Copa do Mundo emana.
É essa a essência que define o posicionamento do setor para este período de festividades. Como resume o direcionamento estratégico da Lojacorr Consórcios para o mercado, a premissa é de que o planejamento patrimonial deve ser algo acessível, transparente e perfeitamente alinhado à identidade de quem o adquire: um produto 100% brasileiro e 100% seu.
