O mercado imobiliário brasileiro encerrou 2025 desafiando as projeções mais conservadoras e consolidando-se como uma das bases de resiliência da economia nacional. Mesmo sob o peso de uma taxa Selic mantida em níveis de 15% ao ano, o setor não sobreviveu ao crédito caro e, de quebra, atingiu marcas históricas: foram 453.005 unidades lançadas (alta de 10,6%) e 426.260 unidades vendidas (alta de 5,4%). Os números são da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção).
Essa força foi impulsionada pelo programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), que respondeu por cerca de metade das operações, revelando uma base sólida de novos proprietários que agora ingressam no mercado de consumo de serviços financeiros e de proteção.
Se você é um corretor de seguros com carteira diversificada, pode comemorar: esses números não são apenas estatísticas de construção civil. Eles representam um estoque massivo de novos riscos a serem garantidos e uma demanda latente por planejamento financeiro.
Com um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 264,2 bilhões, o país testemunhou uma transferência de patrimônio sem precedentes para as mãos das famílias. Agora, em 2026, com a perspectiva de início do ciclo de queda nos juros a partir de março e 50% dos brasileiros manifestando intenção de compra para os próximos 24 meses, abre-se uma janela de oportunidade única para converter esses dados em apólices e cotas de consórcio.
Seguro Residencial e a blindagem de um patrimônio bilionário
O recorde de 426 mil chaves entregues em 2025 cria um mar de oportunidades para o Seguro Residencial. Com esses números, o corretor de seguros encontra um argumento de venda irrefutável: o imóvel é, para a maioria dos brasileiros, o maior investimento de uma vida inteira.
A predominância de apartamentos (48% da preferência) e o crescimento das casas em condomínio (15%) exigem coberturas que vão além do básico de incêndio, alcançando danos elétricos, responsabilidade civil e vazamentos — assistências que tangibilizam o valor do seguro no dia a dia do novo proprietário.
Por meio da Lojacorr Seguros, o corretor de seguros tem acesso às principais seguradoras do mercado para oferecer soluções que acompanham esse novo perfil de moradia. Seja para o público do Minha Casa, Minha Vida, que busca proteção para sua primeira conquista, ou para o mercado de médio e alto padrão, a consultoria do corretor é o que transforma o “custo” do seguro em uma garantia de continuidade patrimonial.
Em 2026, o desafio — e a grande oportunidade — é garantir que nenhum desses novos imóveis fique descoberto, transformando o boom imobiliário em uma recorrência sustentável para a corretora.
Consórcio é o combustível do planejamento perante os juros altos
Se o Seguro Residencial protege o que já foi conquistado, o consórcio de imóveis é a ferramenta que viabiliza a próxima onda de crescimento prevista para 2026 e 2027. Com a Selic ainda elevada, o financiamento tradicional tornou-se um obstáculo para muitos dos 37% de brasileiros que pretendem comprar um imóvel, mas ainda não iniciaram a busca.
É aqui que o corretor de seguros atua como um planejador financeiro estratégico. O consórcio surge como a alternativa de custo justo, permitindo que o cliente fuja das taxas de juros bancárias e utilize o poder da compra à vista para negociar melhor entre as 347 mil unidades em estoque.
A Lojacorr Consórcios oferece o suporte necessário para que o corretor de seguros ofereça grupos com lances competitivos e prazos flexíveis, atendendo desde o jovem que deseja sair da casa dos pais até o investidor que busca aumentar seu portfólio imobiliário.
Com a expectativa de queda na taxa básica de juros para o segundo semestre de 2026, o consorciado que inicia sua jornada agora estará em uma posição privilegiada de liquidez quando o mercado ganhar ainda mais tração, provando que o consórcio não é apenas um produto de prateleira, mas o motor da realização imobiliária moderna.