O jornal Valor Econômico publicou um encarte especial sobre o mercado de seguros na edição de hoje, 29. O material, intitulado “Desafios e oportunidades ditam transformação no setor de seguros”, oferece um panorama completo sobre o momento de inflexão do setor, abordando as mudanças regulatórias, os riscos emergentes e a influência da tecnologia.
A matéria é um importante guia para os profissionais da área, como os corretores de seguros, que precisam se manter atualizados para aproveitar as oportunidades de um mercado em constante evolução.
O encarte fala da resiliência do setor, que tem mantido um desempenho financeiro sólido mesmo diante de um ambiente macroeconômico desafiador, com um lucro líquido de R$ 16,5 bilhões no primeiro semestre de 2025, um aumento de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Análise de uma especialista
A jornalista Denise Bueno, com uma longa e premiada trajetória cobrindo o mercado de seguros, destacou a importância do conteúdo em seu blog no portal Sonho Seguro. Segundo ela, “o mercado precisa se reinventar” para lidar com as pressões de um mercado em constante evolução.
Em seu resumo, Denise pontua os temas mais importantes levantados pelo Valor Econômico.
- O novo Marco Legal dos Seguros (Lei 15.040/2024), que traz maior clareza e segurança jurídica ao consumidor.
- A crescente atenção às mudanças climáticas e o papel do seguro em eventos extremos.
- O potencial do mercado de microsseguros, especialmente em áreas de alta vulnerabilidade, onde a demanda por proteção é crescente.
- A intensificação das fusões e aquisições como estratégia de crescimento para as corretoras, especialmente diante da desaceleração econômica.
Denise também fala da importância da tecnologia e da inovação. Segundo ela, as seguradoras estão utilizando a Inteligência Artificial para agilizar a subscrição, combater fraudes e personalizar produtos.
A capacidade de adaptação e a busca por soluções inovadoras são essenciais para o sucesso no setor. Como a própria Denise destaca, “a capacidade de entregar valor tangível e de se posicionar como parceiro estratégico será decisiva para determinar quem liderará a próxima fase de crescimento do setor no Brasil”.