Facebook Pixel

Coluna do Influenciador

Chuva em BH não é brincadeira: como transformo o caos em consultoria de verdade

Cobertura compreensiva e a gestão de comportamento são as melhores ferramentas para proteger seu cliente e sua carteira nos temporais mineiros

Chuva em BH
Imagem: Envato Elements

Quem mora em Belo Horizonte já sabe: deu novembro, o céu escurece e a gente já fica de olho. Quando o verão chega, então, as chuvas vêm com tudo: rápidas, mas com uma força que faz estrago. Como corretora, meu papel não muda, mas minha antena fica ligadíssima! Eu aumento a atenção no telefone e fico pronta para qualquer emergência, porque sei que, nessas horas, o cliente não quer um papel, ele quer suporte.

O primeiro ponto que bato na tecla com meus colegas e clientes é a tal da cláusula compreensiva. Não adianta inventar moda: para o segurado ter sossego contra alagamento, inundação, granizo e queda de árvore, essa é a proteção que precisa estar lá. 

Ela é o pacote completo, que garante desde a colisão até os caprichos da natureza. Sem ela, o cliente fica na mão quando o tempo fecha. É o básico bem feito que traz o maior benefício para quem confia no nosso trabalho.

Mas ter a cobertura é só metade do caminho. O grande desafio técnico que enfrentamos é o agravamento de risco. Minha abordagem aqui é “prevenir para não ter que remediar”. Eu não fico só no “segurês”; eu mando vídeo, conteúdo visual e alertas em tempo real. 

Eu falo claramente: “Gente, o seguro cobre o evento da natureza, mas se você tentar ser herói e atravessar um alagamento onde já dava para ver que não passava, você pode perder a indenização”. Educar o comportamento do cliente é fazer gestão de risco na prática e garantir que a proteção dele seja efetiva de verdade.

Outra coisa que vejo muito por aí são os “gaps” em apólices que chegam até mim. É muita gente com valor segurado errado, franquia que não faz sentido para o perfil ou sem um carro reserva para os dias de sufoco. 

Eu uso a nossa realidade de BH, com exemplos reais das ruas que todo mundo conhece, para mostrar que o risco é real. Não é teoria, é o que acontece na Prudente de Morais ou na Vilarinho todo ano.

Essa proximidade nos momentos críticos é o que vira o jogo. Quando eu mando uma orientação preventiva, o cliente sente o cuidado. Isso gera uma confiança tão grande que o cross-selling acontece de forma natural. O cliente percebe que eu cuido do patrimônio dele como um todo, e aí falamos de Seguro Residencial, Empresarial e de Vida com muito mais facilidade.

Ser corretora de seguros em época de chuva em Minas Gerais é ser muito mais que uma vendedora; é ser uma consultora que está ali, de prontidão, para garantir que o cliente não se afogue em burocracia quando a água subir.